"MINHAS ATUALIDADES"

Criei este blog com intenção de me aproximar mais das pessoas...principalmente das pessoas que não vejo tão seguido...daquelas que mais gosto... também pra deixar aquele recado pra quem me espia e acho que não sei!! Rsrsrsr Além de expor o que tenho dentro desta mente blogueira...!!!Não Espere, caro leitor, aqui, textos poéticos ou geniais, exuberantes e trabalhosos, só se verá aqui um monte de palavras juntadas desconexamente formando uma mistureba de idéias, besteiras, medos, paranóias, sabedoria e tudo mais que surgir nessa mente inquieta...Seja Bem Vindo.
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Bjus

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Camila Pelzer Meza
Mistica, bagunceira, dorminhoca, desconfiada....bahhh dentro de tudo tento ser boa gente!!!! Eu,Estou em constante descoberta.Me descubro a cada reflexão, a cada música ou filme que me comove, a cada piada que me faz rir, a cada dança que me faz libertar, a cada beijo que me faz amar, a cada alegria e tristeza que me fazem chorar. No surpreendente, no previsível e no obscuro.Na sorte, no azar e no destino. Sou.Cada palavra que escrevo, me revelo na poesia. Sou o que te faço sentir. Sou um pouco de tudo e isso não diz nada. Sou mista, híbrida e simples. Não me complico, me explico. Vivo cada instante, sofro o menos que eu posso, mas choro quando dá vontade. Isso pode dizer quase tudo. E quem não me conhece, muito prazer. Camy
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12/05/2006

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro e os pingos nos "is" a um redemoinho de emoções, exatamente o que resgata o brilho nos olhos,o sorriso nos lábios e coração aos tropeços. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho. Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, ou da chuva incessante. Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos. Somente com infinita paciência conseguimos a verdadeira felicidade. (Pablo Neruda).

É comum dizermos “um simples pedido de desculpas”, mas isso não existe. Admitir uma transgressão, buscar o perdão e reparar a situação é algo complexo. Um pedido de desculpas muitas vezes é motivado por receio, medo, culpa, amor — e pela expectativa de ganho pessoal ou profissional. É moldado pela cultura, pelo contexto, pelo sexo da pessoa. É mesquinho e interesseiro ou generoso e magnânimo.